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	<title>Entrelinhas &#187; Escritores</title>
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	<description>Livros e literatura numa única página</description>
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		<title>Autor: Jorge Luis Borges</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 16:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires em 24 de agosto de 1899. Aprendeu a ler em inglês antes de ler em espanhol, por conta da influência da avó materna que era inglesa. Em 1914 foi morar em Genebra com a família, local no qual fez o bachillerato. Sua primeira publicação conhecida é uma resenha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2009/02/jorge-luis-borges.jpg" alt="jorge-luis-borges.jpg" width="220" align="right" height="324" />Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires em 24 de agosto de 1899. Aprendeu a ler em inglês antes de ler em espanhol, por conta da influência da avó materna que era inglesa.</p>
<p>Em 1914 foi morar em Genebra com a família, local no qual fez o bachillerato. Sua primeira publicação conhecida é uma resenha publicada em um jornal de Genebra, escrita em francês, sobre três livros espanhóis. A partir de então, começou a publicar poemas e manifestos na Espanha, país onde viveu entre 1919 e 1921, ano no qual voltou à Buenos Aires.</p>
<p>É a capital argentina que serve de cenário para Fervor de Buenos Aires, publicado em 1923. Com Ficciones (1944) ganhou El Gran Premio de Honor de la Sociedad Argentina de Escritores. Depois passou a dirigir a revista Los Anales de Buenos Aires(1946-1948). Após dois anos, ele entra para a Academia Argentina de Letras e é nomeado diretor da Biblioteca Nacional, cargo que ocupou até se aposentar em 1973. Borges também foi professor de literatura inglesa na Universidad de Buenos Aires.</p>
<p>O reconhecimento internacional veio com El Premio Formentor concedido em 1961. Desde então, passou a receber diversas premiações, dentre elas o Cervantes em 1980. Sua obra foi traduzida para mais de 25 idiomas e levada ao cinema e à televisão.</p>
<p>Borges faleceu em 14 de junho de 1986 em Genebra.</p>
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		<title>Autor: Antonio di Benedetto</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 23:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antonio di Benedetto é um dos maiores escritores da literatura argentina. O escritor Jorge Luis Borges disse que Di Benedetto escreveu páginas essenciais que o emocionaram e continuavam a emocioná-lo. Di Benedetto é autor do clássico Zama, o qual ficou conhecido devido à prisão do escritor durante a ditadura. Nascido em 2 de novembro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="right" src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2009/02/dibenedetto.jpg" alt="dibenedetto.jpg" />Antonio di Benedetto é um dos maiores escritores da literatura argentina. O escritor Jorge Luis Borges disse que Di Benedetto escreveu páginas essenciais que o emocionaram e continuavam a emocioná-lo. Di Benedetto é autor do clássico Zama, o qual ficou conhecido devido à prisão do escritor durante a ditadura.</p>
<p>Nascido em 2 de novembro de 2002 em Mendoza (na província no sul da Argentina), o autor de Zama começou a escrever na adolescência, influenciado por Fiódor Dostoyevsky e Luigi Pirandello. Quando jovem, optou por seguir a advocacia, mas a abandonou para ser jornalista. Chegou a ir estudar na França, país do qual recebeu uma bolsa de estudos.</p>
<p>Di Benedetto foi subeditor do diário &#8220;Los Andes&#8221; e correspondente do jornal &#8220;La prensa&#8221;. Por conta do trabalho como escritor e jornalista ganhou inúmeros prêmios, dentre eles: Cavalheiro da Ordem de Mérito, condecoração dada pelo governo italiano em 1969; medalha de ouro de Alliance Française em 1971.</p>
<p>Em 1976, poucas horas depois do golpe militar de 24 de março de 1974, Antonio di Benedetto foi sequestrado e torturado pelo exército. &#8220;Creio que nunca estarei certo se fui preso por algo que publiquei. Meu sofrimento teria sido menor se alguma vez me tivessem dito o motivo exatamento. Mas não sei. Essa incerteza é a mais dolorosa&#8221;, comentou o escritor.</p>
<p>Di Benedetto exilou-se na França, na Espanha e nos Estados Unidos. Regressou definitivamente à Argentina em 1985. Morreu no ano seguinte, em Buenos Aires, vítima de um derrame cerebral.</p>
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		<title>Autora: Stephenie Meyer</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 15:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Stephenie Meyer é graduada em Inglês pela Bringham Young University. Ela é casada e tem três filhos, com os quais vive em Phoenix, Arizona. Depois da publicação do seu primeiro livro – Crespúsculo – foi considerada uma entre os mais escritores promissores da nova geração (Publishers Weekly). Crepúsculo teve diversas premiações, como A New York [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2009/02/stephenie.gif" alt="stephenie.gif" align="right" />Stephenie Meyer é graduada em Inglês pela Bringham Young University. Ela é casada e tem três filhos, com os quais vive em Phoenix, Arizona. Depois da publicação do seu primeiro livro – Crespúsculo – foi considerada uma entre os mais escritores promissores da nova geração (Publishers Weekly).</p>
<p>Crepúsculo teve diversas premiações, como A New York Times Editor&#8217;s Choice (Um livro recomendado pelo The New York Times), melhor livro do ano pela Publishers Weekly, &#8220;Best Book of the Decade&#8230;So Far&#8221; (Melhor livro da década&#8230; até então) pela Amazon, &#8220;Top Ten Best Book for Young Adults&#8221; e &#8220;Top Ten Books for Reluctant Readers&#8221; (uma das mais interessantes indicações!) pela American Library Association.</p>
<p>Stephenie disse que a idéia para escrever Crepúsculo veio de um sonho que teve em 02 de junho de2003. No sonho, uma garota se apaixonava por um vampiro, mas o amor era impossível, pois ele sentia desejo pelo sangue dela. Superstições a parte&#8230; essa é a transcrição do capítulo 13 de Crepúsculo. E&#8230; a narradora da série – Bella Swan – nasceu em 13 de setembro.</p>
<p>Em três meses, Stephenie havia terminado de escrever o livro. Assinou, então, um contrato com a editora Little, Brown and Company no valor de US$ 750 mil dólares para escrever três livros. Detalhe: ela já escreveu até o quinto livro. Breaking down é o quarto, o qual ainda não tem tradução para o português e que tem o Brasil como cenário da lua de mel de Bella e Edward! O quinto Midnight sun reconta tudo o que ocorreu na saga de Crepúsculo, só que, desta vez, o narrador é Edward e os leitores passam a saber o que pensava o vampiro sobre tudo o que ocorreu.</p>
<p>Entretanto, Midnight sun não foi concluído&#8230; isso se deve ao fato de ter sido disponilizada na internet um manuscrito do livro. A cópia ilegal vai até o décimo capítulo e, por conta do ocorrido, Stephenie disse que não sabe se vai terminá-lo. Ela fez um apelo aos fãs para que não lessem os capítulos que estão na internet, pois estão cheio de erros, incompletos e seria apenas um rascunho. Para tentar contornar a situação, ela colocou <a href="http://www.stepheniemeyer.com/pdf/midnightsun_partial_draft4.pdf">no seu site oficial o primeiro capítulo da obra inacabada</a>.</p>
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		<title>Autor: Horacio Quiroga</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 15:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
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<p> <![endif]--><img src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2009/02/horacio-quiroga.jpg" alt="horacio-quiroga.jpg" align="right" />O escritor Horacio Quiroga nasceu em Salto (Uruguay), mas foi &#8220;adotado&#8221; pelos argentinos e é considerado o primeiro grande contista da literatura argentina. Quiroga fez uma expedição na província argentina de Misiones (no Chaco), onde passou quatro anos. É por isso que essa região é um dos cenários mais presentes nos contos de Quiroga, assim como a cidade de Buenos Aires.Quiroga é muitíssimo comparado a Edgar Allan Poe devido à maneira como escreveu os contos, aos elementos fantasmagóricos, nos quais mescla o horrenga, a loucura e a morte. Esse último elemento é bastante presente na obra de Horacio Quiroga, pois a vida deste escritor foi marcada por tragédias.Quando o autor tinha apenas um ano, o pai faleceu, por conta de um disparo feito pela própria arma. Uma situação que nunca foi muito bem esclarecida. Aos quatorze anos, Quiroga matou o melhor amigo, sem querer, ao disparar uma arma. A primeira mulher cometeu suicídio. O próprio Quiroga também se suicidou ao descobrir que sofria de câncer no estômago. Continuando a sina da família Quiroga, todos os filhos se suicidaram, tendo a filha mais nova cometido suicídio em 1989.</p>
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		<title>Jean-Marie Le Clézio ganha Nobel de Literatura 2008</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 23:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Prêmios]]></category>

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		<description><![CDATA[O escritor francês Jean-Marie Le Clézio ganhou o prêmio mais cobiçado por escritores do mundo todo: o Nobel de Literatura. Uma surpresa, pois ele não figurava na lista dos mais cotados para ganhar o Nobel. É a terceira vez que um autor da França recebe o Nobel; a última vez foi há 23 anos. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="right" src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2008/10/le_clezio_300x383.jpg" alt="le_clezio_300x383.jpg" />O escritor francês Jean-Marie Le Clézio ganhou o prêmio mais cobiçado por escritores do mundo todo: o Nobel de Literatura. Uma surpresa, pois ele não figurava na lista dos mais cotados para ganhar o Nobel. É a terceira vez que um autor da França recebe o Nobel; a última vez foi há 23 anos.</p>
<p>Em entrevista a TV5, JM Le Clézio disse que se sente fazendo parte de uma &#8220;confraria de luxo&#8221; e que escrever é um exercício de interrogação e não de afirmação; ao escrever, busca-se a si mesmo.</p>
<p>Jean-Marie Gustave Le Clézio nasceu em Nice, no sul da França em 13 de abril de 1940.  Ele é um dos &#8220;queridinhos&#8221; no meio intelectual, sendo o preferido de Michel Foucault e Gilles Deleuze. Ele tem grande prestígio no seu país, tendo sido eleito o maior escritor vivo numa pesquisa feita pela revista <em>Lire</em>.</p>
<p>JMG Le Clézio é escritor de uma vários livros. Alguns deles: Le chercheur d&#8217;or, La fête chantée, Ritournelle de la faim. A obra de Le Clézio é voltada também para o público infantil e marcada por sua paixão por viagens. Também pode-se notar um apego à África (principalmente com o Norte), com o qual se identifica bastante, haja vista que sua esposa é marroquina, além de Le Clézio ter vivido parte da infância na Nigéria.</p>
<p>O sucesso e o amor pela literatura fez o autor &#8211; formado em Letras &#8211; lecionasse em várias universidades, como Perpignan, Cidade do México, Bangcoc, Bristol, Londres, Boston, Austin e Albuquerque &#8211; local de uma de suas residências&#8230; ele ainda tem duas casas: uma em Nice e outra nas Ilhas Maurício.</p>
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		<title>Escritor: Hermann Hesse</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 23:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hermann Hesse foi considerado símbolo de rebeldia entre os jovens da década de 60 e os livros dele viraram uma febre na década seguinte. Era quase impossível conhecer alguém que não tinha lido o livro desse escritor alemão naturalizado suíço. As obras de Hesse são impregnadas pela psicanálise, a qual entrou em sua vida através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2008/08/hermann_hesse.jpg" alt="hermann_hesse.jpg" align="right" height="312" width="228" />Hermann Hesse foi considerado símbolo de rebeldia entre os jovens da década de 60 e os livros dele viraram uma febre na década seguinte. Era quase impossível conhecer alguém que não tinha lido o livro desse escritor alemão naturalizado suíço.</p>
<p>As obras de Hesse são impregnadas pela psicanálise, a qual entrou em sua vida através de um pupilo do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung. A rebeldia começou cedo, pois o escritor não se submeteu à vontade dos pais, os quais queriam que o filhose tornasse pastor; fazendo-o até estudar em um seminário.</p>
<p>A luta contra o militarismo, o revanchismo e, por conseqüência, o nazismo, fizeram Hesse bastante popular na Alemanha pós-Segunda Guerra Mundial. O sucesso foi consagrado formalmente em 1946, ano em que ganhou o premio Goethe e o Nobel de Literatura.</p>
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		<title>100 anos de Guimarães Rosa</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 21:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritores]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 27 de junho de 1908, há cem anos, nascia em Codisburgo (MG) o filho mais velho de Francisca Guimarães Rosa e Floduardo Pinto Rosa, o qual recebeu o nome de João. Era o início de uma trajetória que rendeu grandes frutos para a literatura brasileira. Aos sete anos, João já havia começado a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2008/06/guimaraes_rosa.jpg" alt="guimaraes_rosa.jpg" align="right" />No dia 27 de junho de 1908, há cem anos, nascia em Codisburgo (MG) o filho mais velho de Francisca Guimarães Rosa e Floduardo Pinto Rosa, o qual recebeu o nome de João. Era o início de uma trajetória que rendeu grandes frutos para a literatura brasileira.</p>
<p>Aos sete anos, João já havia começado a estudar francês&#8230; sozinho! E aos nove começou a estudar holandês com um frade da Holanda que o auxiliava as aulas de francês e de holandês. A sede em aprender novos idiomas era grande, pois ao entrar no Colégio Arnaldo, organizado por padres alemães, começou a aprender o idioma dos teutos. Não foi por acaso que Guimarães Rosa criou neologismos, como Sagarana &#8211; mistura de __ com tupi. &#8220;Falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituânio, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do tcheco, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração&#8221;,<em> </em>disse o escritor.</p>
<p>O fascínio por idiomas também o ajudou na carreira diplomática (apesar de ter se formado em Medicina), pois, aos 30 anos havia sido designado cônsul adjunto em Hamburgo (cidade alemã). Guimarães Rosa, contando com o auxílio da segunda esposa, facilitou a fuga de judeus durante o regime totalitário nazista.</p>
<p>O regionalismo brasileiro &#8211; que teria sido fundado também por Guimarães Rosa &#8211; toma proporções universais com o lançamento de Grande Sertão: Veredas. No livro, Guimarães Rosa fala do povo sertanejo de Minas Gerais. A narração gira em torno do amor proibido de Riobaldo por Diadorim. Porém, há quem diga que se trata de uma autobiografia, contendo elementos subjetivos como o nome da personagem principal: Riobaldo (Rosa-IO-bardo)</p>
<p>Em maio de 1963, depois de ter se candidatado por duas vezes a um lugar na Academia Brasileira de Letras, Guimarães Rosa é eleito por unanimidade, ocupando, então, a vaga que era de seu &#8220;xará&#8221;: João Neves de Fontoura.</p>
<p>A cerimônia de posse foi anulada diversas vezes por que Guimarães Rosa dizia ter medo de morrer logo após o evento. Ele conseguiu adiá-la por quatro anos. Em 1967 tomou posse e, por obra do destino, faleceu apenas três dias após ser empossado em 19 de novembro no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>13 de junho de 1888: nascia Fernando Pessoa</title>
		<link>http://www.entrelinhas.info/13-de-junho-de-1888-nascia-fernando-pessoa/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 17:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritores]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse mês é de comemoração para a literatura de língua portuguesa, pois há 120 anos nascia Fernando António Nogueira Pessoa, conhecido mundialmente por suas eternas poesias. Chega a ser comparado até mesmo a Camões. E, considerado pelo crítico literário Harold Bloom, um dos maiores poetas do século XX ao lado do chileno Pablo Neruda. Apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2008/06/pessoa1916.jpg" alt="pessoa1916.jpg" align="right" height="343" width="262" />Esse mês é de comemoração para a literatura de língua portuguesa, pois há 120 anos nascia Fernando António Nogueira Pessoa, conhecido mundialmente por suas eternas poesias. Chega a ser comparado até mesmo a Camões. E, considerado pelo crítico literário Harold Bloom, um dos maiores poetas do século XX ao lado do chileno Pablo Neruda.</p>
<p>Apesar de todos os poesias e prêmios, o poeta luso publicou apenas um livro em português: Mensagem, com o qual participou do concurso literário Antero de Quental, ocupando a segunda posição.</p>
<p>Fernando Pessoa viveu grande parte da juventude na África do Sul, por isso a língua inglesa teve tanta influência. Um exemplo disso foi o lançamento feito, nesse ano, do livro <a href="http://www.entrelinhas.info/livro-lisboa-o-que-o-turista-deve-ver/">Lisboa &#8211; o que o turista deve ver</a>, cuja primeira edição o original &#8211; escrito em inglês &#8211; e a tradução para o português.</p>
<p>Aos 20 anos, já em Portugal, freqüentava um local boêmio, no qual gostava de prosear com outros escritores. O nome do local? Brasileira do Chiado!! Em 1915, aos 27 , com Mário de Sá Carneiro, Almada Negreiros, Luís de Montalvor entre outros, fundou a revista Orpheu, marco do modernismo português.</p>
<p>Pessoa utilizou vários heterônimos (diferente de pseudônimos, já que constituem verdadeiras personalidades) para criar seus poemas, como por<strong> </strong>exemplo: Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Bernardo Soares, Alberto Caeiro e outros.</p>
<p>O grande poeta luso faleceu jovem, aos 47 anos, devido a problemas hepáticos. A última frase que escreveu enquanto vivo foi em inglês: &#8220;I know not what tomorrow will bring&#8230;&#8221; (&#8220;Eu não sei o que o amanhã trará&#8221;).</p>
<p>Em suas várias citações e belos poemas, Fernando Pessoa deixou verdadeiras lições de vida, como quando escreveu sobre sonhar<strong>. </strong>&#8220;Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.&#8221;</p>
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		<title>Laurentino Gomes</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 17:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Laurentino Gomes é paranaense, nascido em Maringá e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Paraná. Fez pós-graduação pela Universidade de São Paulo e cursos em Cambridge (Inglaterra) e Vanderbilt (Estados Unidos). Já escreveu para O Estado de São Paulo e para a Revista Veja. Escreveu o livro 1808 &#8211; que conta a vinda da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="right" src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2008/05/laurentinogomes2.jpg" alt="laurentinogomes2.jpg" />Laurentino Gomes é paranaense, nascido em Maringá e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Paraná. Fez pós-graduação pela Universidade de São Paulo e cursos em Cambridge (Inglaterra) e Vanderbilt (Estados Unidos). Já escreveu para O Estado de São Paulo e para a Revista Veja. Escreveu o livro 1808 &#8211; que conta a vinda da família real para o Brasil e resultou de uma pesquisa de dez anos &#8211; cujo sucesso é indiscutível.</p>
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		<title>Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 23:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana D.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clarice Lispector não foi batizada com esse nome. Ucraniana, ela era a terceira filha de Pinkhas e de Mania Lispector. A família chegou ao Brasil quando Clarice, ou melhor, Haia, tinha apenas um ano. Em terras brasileiras foram recebidos por Zania &#8211; irmã de Mania &#8211; que morava em Maceió. Zania sugeriu que os Lispector [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.entrelinhas.info/wp-content/uploads/2008/04/cl.jpg" alt="cl.jpg" align="right" height="218" width="222" />Clarice Lispector não foi batizada com esse nome. Ucraniana, ela era a terceira filha de Pinkhas e de Mania Lispector. A família chegou ao Brasil quando Clarice, ou melhor, Haia, tinha apenas um ano. Em terras brasileiras foram recebidos por Zania &#8211; irmã de Mania &#8211; que morava em Maceió.</p>
<p>Zania sugeriu que os Lispector mudassem de prénome. Assim, Pinkhas virou Pedro; Mania, Marieta; Leia, Elisa; a pequena Haia, Clarice. A única que conservou o nome foi Tania.</p>
<p>Clarice se formou em direito e trabalhou como jornalista, tendo recebido seu primeiro registro profissional aos 22 anos quando trabalhava no jornal &#8220;A noite&#8221;. Em 1943 casa-se com o colega de faculdade: Maury Gurgel Valente, o qual ingressa na carreira diplomática.</p>
<p>Pouco tempo depois lançou o primeiro romance &#8211; Perto do coração selvagem &#8211; em 1944, época marcada pelo regionalismo. Ela inovou ao escrever um livro que ressaltava o existencialismo, característica que marcou todas as suas obras.</p>
<p>As viagens começaram logo, depois de ter se mudado (em 1943) para Belém do Pará, Clarice teve de ir à Nápoles, na Itália, acompanhar o marido. Ela se sentia dividida entre deixar os amigos e seguir o esposo. &#8220;Na verdade não sei escrever cartas sobre viagens, na verdade nem mesmo sei viajar.&#8221;</p>
<p>Clarice se mantinha adversa às constantes mudanças. Em 1948, quando nasceu o primeiro filho &#8211; Pedro &#8211; ela afirmou que uma das coisas que a salvara foi a vinda do primogênito, pois a vida em Berna (Suíça) era de uma miséria existencial. Cinco anos depois nasceu Paulo enquanto ela estava nos Estados Unidos. Em 1959, Clarice se separa do marido e regressa ao Brasil com os dois filhos.</p>
<p>Depois de diversas obras publicadas e a conquista de vários prêmios, corre-se o boato de que Clarice não daria mais entrevistas. O jornalista José Castello, que na época trabalhava para &#8220;O Globo&#8221; consegue conversar com a escritora, a qual mostra uma verdadeira paixão pela literatura em um minidiálogo. Ele a perguntou ela escrevia. &#8220;Vou lhe responder com outra pergunta: &#8211; Por que você bebe água?&#8221;. Castello responde &#8220;Por que bebo água? Porque tenho sede.&#8221; E é aí que vem a resposta de Clarice: &#8220;Quer dizer que você bebe água para não morrer. Pois eu também: escrevo para me manter viva.&#8221;</p>
<p>Clarice faleceu em 9 de dezembro (completaria 57 anos do dia seguinte) de 1977 devido ao câncer.</p>
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