Projeto Gutemberg possui maior acervo de e-books da rede
O projeto Gutemberg foi o primeiro local a disponibilizar e-books na Internet. Ele tem o maior acervo de livros eletrônicos da rede. São mais de 25 mil livros grátis. Mas quem quiser fazer uma doação para manter o projeto. Aqueles que não podem contribuir monetariamente, podem ajudar com trabalho. No site da fundação Gutenberg explica-se como criar um livro eletrônico. O qual poderia ser lido até mesmo pelo celular! Também é possível converter os livros do Projeto Gutenberg em arquivos para o Ipod.
O projeto possui livros em diversas línguas, as que possuem acima de 50 obras são: chinês, inglês, francês, alemão, holandês, finlandês, espanhol e latim. Mas os leitores lusófonos não foram esquecidos. Há obras escritas em português, como clássicos de José de Anchieta Tomás Antônio Gonzaga, Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco entre outros.
Entre os livros em português mais procurados estão: Noções elementares de arqueologia de Joaquim Possidônio Narciso da Silva, A cidades e as serras de Eça de Queirós e Os lusíadas de Camões. Todavia os campeões de procura no Projeto Gutenberg – nível internacional – são Mark Twain, J. Arthur Thompson, Charles Dickens, William Shakespeare e Conan Doyle.
O e-book foi criado, em 1971, por Michael Hart, um estudante de Illinois (EUA). O que começou com a digitalização da Declaração da Independência se transformou no maior acervo de e-books da rede mundial de computadores. Segundo a premissa em que se baseou Michael, “tudo o que pode ser introduzido um computador pode ser reproduzido indefinidamente”, o que ele chamou “Tecnologia Replicadora”. Ela diz que estando qualquer item armazenado no computador, ele ficará disponível para qualquer pessoa com acesso à internet em qualquer lugar do mundo, independente até do número de cópias que se queira obter. O que se pretende é “quebrar as barras da ignorância e da iliteracia”.
Homenagem – O nome projeto Gutenberg foi dado em homenagem ao alemão Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg, considerado o criador da imprensa.